A vantagem desta abordagem é que, à medida que a temperatura, a luz, a umidade e a alimentação — em outras palavras, o clima artificial — podem ser gerenciados e otimizados, enquanto o número de colheitas por ano é aumentado. O tempo entre a colheita, o armazenamento e a distribuição também são muito menores, o que significa que os produtos chegam mais frescos e mais rápido às prateleiras, ao mesmo tempo em que reduz o impacto ambiental do transporte e do transporte de produtos por longas distâncias.
A agricultura de pequena escala é a força vital do planeta. A GSMA relata que os pequenos agricultores representam 500 milhões de famílias que são responsáveis pela produção de alimentos para ~70% da população mundial. No entanto, embora as operações em pequena escala possam ser inovadoras e ágeis, as pequenas fazendas também são as mais vulneráveis às mudanças nos padrões climáticos, que afetam seus rendimentos e podem impactar as cadeias de suprimentos. Isso é especialmente verdadeiro em países de baixa renda, onde os agricultores precisam principalmente de acesso à internet para verificar relatórios meteorológicos, obter o capital financeiro necessário para comprar sementes e fertilizantes, vender safras e obter inteligência para melhorar seus rendimentos e práticas comerciais. Em países de renda alta e média, por outro lado, a tecnologia pode fornecer sensores muito mais sofisticados, imagens detalhadas de drones e maquinário totalmente automatizado.